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Actualités (307)

  • Uma nova etapa para a AIM

    A Aliança InterMonastères se expande Em 2025, a AIM renovou seus estatutos eclesiásticos, ampliando suas colaborações e destacando a realidade de uma estrutura comum às três grandes ordens que seguem a Regra de São Bento. Em consonância com essas mudanças, a AIM inicia uma virada significativa em seu desenvolvimento, adotando novos estatutos civis, um novo nome e uma nova identidade visual, para promover sua identidade, destacar sua dimensão internacional, unificar e simplificar a comunicação. Um nome, uma língua, uma mensagem A sigla AIM teve vários significados ao longo de sua história. A última denominação, “Alliance Inter Monastères”, passou a representar um obstáculo à comunicação internacional, o que não favorecia o desenvolvimento atual da associação. Em vez de sermos obrigados a traduzir, não sem dificuldade com a sigla, as apresentações e os cabeçalhos em cada idioma, agora temos um único nome, um único logotipo, uma única identidade — para todos os idiomas e todos os países. O nome latino Associatio Internationalis Monastica responde a esses desafios com clareza. Língua universal da Igreja, o latim é imediatamente reconhecido em todo o mundo católico. Ele destaca a dignidade institucional da AIM em harmonia com seu papel de coordenação entre as grandes famílias monásticas. A sigla AIM permanece inalterada como uma marca forte e identificável internacionalmente: uma fraternidade monástica unida, a serviço da missão da Igreja no mundo. Um desenvolvimento enraizado em uma tradição Após muitos anos utilizando um logotipo que já demonstrava os limites de sua época, a AIM decidiu empreender uma reformulação completa de sua identidade visual. O objetivo é claro: modernizar a imagem da associação, reforçando ao mesmo tempo a coerência de seus materiais de comunicação em todas as línguas, a serviço das três ordens que ela reúne. Longe de ser uma ruptura, essa mudança insere-se em um movimento mais amplo de retorno ao clássico, presente em muitas esferas culturais e institucionais. A AIM responde a isso com uma identidade visual ao mesmo tempo tranquilizadora, universal e portadora de sua mensagem espiritual: aliar ora e labora à primeira vista. Um logotipo repleto de história No centro desta nova identidade destaca-se a Medalha de São Bento, reinterpretada na forma de um selo institucional que se adapta perfeitamente a uma organização de coordenação internacional e transmite de imediato a legitimidade e a tradição da AIM. Uma paleta de cores portadora de mensagens A nova identidade visual articula-se em torno de três cores cuidadosamente escolhidas: o verde, cor litúrgica, símbolo de generosidade, esperança e vida; o dourado, presente em toda a iconografia, que distingue a AIM do universo das ONGs generalistas; o pergaminho evoca a naturalidade e a simplicidade, e transmite benevolência. A tipografia Cinzel, clássica e legível, completa este conjunto. Uma identidade a serviço da divulgação da AIM Essa evolução responde a um desafio estratégico: divulgar a AIM muito além dos círculos habituais, sensibilizar leigos e parceiros, atrair e fidelizar doadores internacionais. A nova identidade visual será implementada gradualmente em todos os meios de comunicação da associação.

  • Nova comunidade no Togo

    O bispo de Sokodé (Togo), Dom Célestin-Marie GAOUA, recebeu na segunda-feira, 11 de maio de 2026, um grupo de beneditinas missionárias de Tutzing. É com o coração cheio de gratidão e esperança que acolhemos com alegria a inauguração de nossa nova comunidade das Irmãs Missionárias Beneditinas de Tutzing no Togo. Esta nova fundação marca um momento importante em nossa trajetória missionária, à medida que continuamos a responder ao chamado de Deus para servir, evangelizar e construir a comunhão entre seu povo. Acolhida calorosamente por Dom Célestin-Marie Gaoua e pelos fiéis da Diocese de Sokodé, nossa comunidade inicia sua missão enraizada nos valores beneditinos de oração, hospitalidade, simplicidade e serviço. Viemos não apenas como missionárias, mas também como irmãs e companheiras, prontas para caminhar ao lado da Igreja local e do povo togolês. Que esta nova comunidade se torne um lugar de fé, paz e encontro — onde se busca a Deus na vida cotidiana e onde cada pessoa é acolhida com amor e dignidade. Confiamos esta missão à orientação do Espírito Santo e à intercessão de São Bento e Santa Escolástica, e rezamos para que nossa presença traga frutos de unidade, compaixão e esperança para as gerações futuras. «Ut in omnibus glorificetur Deus» — Para que Deus seja glorificado. osbtutzing.org https://www.radiomariasaintetherese.tg/2026/05/accueil-des-benedictines-missionnaires-de-tutzing-dans-le-diocese-de-sokode/

  • 1 500 anos de Montecassino - Lugares de Esperança

    Um jubileu para toda a família beneditina Em 2029, a família das Ordens que vivem segundo a Regra de são Bento celebrará um jubileu de alcance excecional: os 1 500 anos da fundação de Montecassino, berço da tradição monástica ocidental. Este aniversário, comemorado por iniciativa da Confederação Beneditina no sítio jubilee.osb.org, convida cada comunidade — beneditina, cisterciense, trapista — a renovar a sua fidelidade ao Evangelho e à hospitalidade monástica. A Associatio Internationalis Monastica (AIM), que desde 1961 trabalha ao serviço da comunhão entre mosteiros de todo o mundo, adere plenamente a este impulso jubilar. Este momento privilegiado coincide com uma fase de renovação institucional no seio da própria AIM: revisão dos seus estatutos, reforço das suas estruturas de governação e implementação de novas ferramentas digitais ao serviço dos seus membros. Assim, o jubileu de 2029 não é apenas uma comemoração: é um convite para construirmos juntos uma aliança monástica internacional ainda mais viva e solidária, para trazermos juntos um pouco do Céu para a terra.

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  • Promeut et encourage la coopération et la solidarité entre les monastères | AIM - L'Alliance Inter-Monastères

    A AIM promove e incentiva a cooperação e a solidariedade entre os mosteiros; contribui para a formação humana, cultural e espiritual das comunidades; fomenta e apoia intercâmbios entre as comunidades; apoia projetos de financiamento apresentados pelas comunidades; e publica um boletim informativo e um periódico semestral em seis idiomas. APOIAR FINANCEIRAMENTE O OBJETIVO A ASSOCIAÇÃO AMTM A FUNDAÇÃO BENEDICTUS PROMOVER A COOPERAÇÃO E A SOLIDARIEDADE ENTRE OS MOSTEIROS da Família Beneditina em todo o mundo Bem-vindo à Aliança InterMonastérios Estamos trabalhando para o crescimento e o desenvolvimento da vida monástica hoje em todo o mundo A Alliance InterMonastères (AIM) é uma associação de mosteiros que promove a cooperação, a solidariedade e a ajuda mútua entre as comunidades. A AIM contribui para a formação humana, cultural e espiritual das comunidades, incentiva e apóia intercâmbios entre as comunidades e apóia o financiamento de projetos apresentados pelas comunidades. VIDA MONÁSTICA Formação monástica Associações monásticas regionais Textos de referência: O espelho da vida monástica O sonho monástico... Ler mais >>> COMUNIDADES História da Confederação Beneditina História da Comunhão Internacional de Mulheres Beneditinas Detalhes de contato dos mosteiros por continente e país. Ler mais >>> NOSSOS PROJETOS A cada seis meses, apresentamos projetos que são enviados à AIM para apoio. Esses projetos dizem respeito a : Formação, construção, apoio a novas fundações, atividades lucrativas e trabalho de desenvolvimento (saúde, educação, agricultura, etc.). Ler mais >>> Doação 1 500 ANOS DE MONTECASSINO - Lugares de Esperança Um jubileu para toda a família beneditina Em 2029, a família das Ordens que vivem segundo a Regra de são Bento celebrará um jubileu de alcance excecional: os 1 500 anos da fundação de Montecassino, berço da tradição monástica ocidental. Este aniversário, comemorado por iniciativa da Confederação Beneditina no sítio jubilee.osb.org, convida cada comunidade — beneditina, cisterciense, trapista — a renovar a sua fidelidade ao Evangelho e à hospitalidade monástica. A AIM, que desde 1961 trabalha ao serviço da comunhão entre mosteiros de todo o mundo, adere plenamente a este impulso jubilar. Este momento privilegiado coincide com uma fase de renovação institucional no seio da própria AIM: revisão dos seus estatutos, reforço das suas estruturas de governação e implementação de novas ferramentas digitais ao serviço dos seus membros. Assim, o jubileu de 2029 não é apenas uma comemoração: é um convite para construirmos juntos uma aliança monástica internacional ainda mais viva e solidária, para trazermos juntos um pouco do Céu para a terra. A PROPOSITO NOTÍCIAS RECENTES 1 2 3 4 OSB Ordem de São Bento As notícias apresentadas aqui são as dos mosteiros masculinos e femininos pertencentes à Confederação Beneditina. Leia as notícias OCSO Ordem Cisterciense da Estrita Observância Essa Ordem reúne os mosteiros da reforma da Ordem de Cîteaux feita pelo Abade de Rancé no século XVII. Leia as notícias OCist. Ordem Cisterciense Os mosteiros representados aqui pertencem à Ordem Cisterciense, cujo nome vem da abadia de Cîteaux, na Borgonha (FRANÇA). Leia as notícias ESPECIAIS Notícias especiais e eventos Aqui você encontrará notícias sobre várias comunidades e eventos especiais. Leia as notícias OUTRAS INFORMAÇÕES BOLETIM NEWSLETTER CARTA DA AMTM AIM em todo o mundo 1 157 COMMUNIDADES MULHERES 1 762 COMUNIDADES E MISSÕES OSB - OSCO - OCIST Ver mais > 605 COMUNIDADES MASCULINO

  • História das congregações monásticas | AIM - A Aliança Intermonástica

    Hoje, todos os mosteiros beneditinos estão unidos em uma única entidade, chamada Confederação Beneditina, chefiada por um Abade Primaz residente em Roma. Essa organização é relativamente recente: foi estabelecida por Cad Leão XII em 1893. História das congregações monásticas A Confederação Beneditina Atualmente, todos os mosteiros beneditinos estão unidos em um grupo chamado Confederação Beneditina, liderado por um Abade Primaz residente em Roma. Essa organização é relativamente recente: foi criada pelo Papa Leão XIl em 1893. Originalmente, São Bento não previa nenhuma organização estruturada entre os mosteiros: cada um vivia em total autonomia sob o olhar atento do bispo local. Por vários motivos, ao longo dos séculos, alguns se agruparam, seja por estarem geograficamente próximos, seja por terem surgido uns dos outros e terem costumes em comum, ou por outros motivos menos comuns. No século IX, por exemplo, sob a égide dos monarcas carolíngios e de Bento de Aniane, os mosteiros se reuniram para formar uma união com práticas uniformes. Um século depois, muitos mosteiros se agruparam sob a égide de Cluny; esse agrupamento prefigurou as verdadeiras “Ordens” regulares. No século XII, sob o impulso de São Bernardo, os monges cistercienses formaram uma Ordem verdadeiramente estruturada e hierarquicamente organizada; vendo as vantagens de tal agrupamento, alguns beneditinos tentaram, seguindo seu exemplo, formar associações regionais. Mas o movimento estava longe de ser difundido. Para reavivar o movimento, o Papa Bento XII tentou, no século XIV, aplicar os princípios de unificação e centralização a todos os beneditinos. Mas ele teve sucesso apenas parcial. Algumas abadias, no entanto, se agruparam por país e formaram congregações nacionais. Foi assim que surgiram as congregações inglesa, italiana e húngara. Elas sobreviveram a todos os altos e baixos políticos. O Papa Leão XIII, preocupado com a unidade, decidiu federar essas congregações em um único corpo: em 1893, ele decretou a criação da “Confederação Beneditina”. No entanto, as congregações, ciosas de seus privilégios e tradições, mantiveram sua própria estrutura e organização interna. Por exemplo, algumas defendiam um abbatiato temporário, enquanto outras mantinham um abbatiato vitalício; em uma congregação, havia apenas um noviciado para todos os mosteiros, enquanto em outra havia tantos noviciados quanto mosteiros; em uma congregação, o ministério paroquial era a norma, enquanto em outras era a exceção; o apostolado missionário era exclusividade de uma congregação, enquanto em outra era categoricamente excluído etc. Cada congregação mantinha suas próprias tradições e costumes. Assim, cada congregação manteve seus direitos e sua especificidade. Em suma, cada congregação beneditina (hoje são 20) foi organizada como uma Ordem religiosa autônoma com seus próprios órgãos de governo: seu Superior Geral (Abade-Presidente ou Abade Geral ou Arquiabade, conforme o caso), seu Capítulo Geral (órgão legislativo supremo), suas próprias Constituições, etc. As congregações variam em tamanho. Algumas têm mais de mil monges, outras têm apenas uma centena ou mais. A congregação húngara tem apenas uma grande abadia na Hungria e outra, criada recentemente, no Brasil; por outro lado, a congregação de Subiaco está espalhada por vários países europeus, África, Filipinas e Vietnã, a ponto de estar dividida em várias províncias. Algumas congregações, como a de Vallombrosa e a de Camaldoli, têm vários séculos de história, enquanto outras, como a Cono-Sur, na América Latina, foram fundadas em 1976. Embora as Congregações Beneditinas sejam distintas umas das outras em termos de sua estrutura e atividades, todas estão profundamente imbuídas do espírito beneditino, com a intenção de colocar em prática o que São Bento propõe em sua Regra. Elas têm o suficiente em comum para formar uma “família” beneditina. À frente da Confederação Beneditina está um Abade Primaz, eleito em um período fixo por todos os superiores; ele reside na Abadia de Santo Anselmo, em Roma, e representa a Confederação perante a Santa Sé. Aqui está a lista das Congregações Beneditinas Confederadas: 1) Congrégation de Monte Cassino: derivada da antiga congregação de Santa Justina, fundada em 1408. Essa congregação foi incorporada à congregação de Subiaco em 7 de fevereiro de 2013. A congregação de Subiaco se tornou a congregação Subiaco-Monte Cassino. 2) Congregação inglesa, fundada em 1336 e restaurada em 1619. 3) Congregação húngara, fundada em 1514 e restaurada em 1639. 4) Congregação suíça, fundada em 1602. 5) Congregação austríaca, fundada em 1625. 6) Congregação da Baviera, fundada em 1684. 7) Congregação brasileira, descendente da congregação portuguesa e fundada em 1827. 8) Congregação de Solesmes, erigida em 1837. 9) Congregação américana-cassinaise, criada em 1855. 10) Congregação de Subiaco, criada em 1872, dividida em 9 províncias geográficas. Após a incorporação da congregação de Monte Cassino em fevereiro de 2013, a congregação é chamada Subiaco-Monte Cassino. 11) Congregação de Beuron, fundada em 1873. 12) Congregação Suécia-Americana, fundada em 1881. 13) Congregação de Santa Odile (Sankt Ottilien), fundada em 1884. 14) Congregação da Anunciação, fundada em 1920. 15) Congregação Eslava, fundada em 1945. 16) Congregação de Monte Oliveto, fundada em 1319. 17) Congregação de Vallombrosa, fundada em 1036. 18) Congregação de Camaldoli, fundada em 1113. 19) Congregação de Silvestrini, fundada em 1231. 20) Congregação de Cono-Sur, fundada em 1976. Alguns mosteiros fora da congregação se reportam diretamente ao Abade Primaz. COMUNIDADES 6 Atualmente, há muitas comunidades no mundo que seguem a regra de São Bento. Elas estão presentes em todos os cinco continentes. Aqui você encontrará detalhes de contato de todas essas comunidades, país por país. Europa 0 África 0 América do Norte 0 América do Sul 0 Ásia 0 Oceania 0 Ver todos os países Ver todas as comunidades

  • Communio Internationalis Benedictinarum (CIB) | AIM - A Aliança Inter-Monastérios

    A Communio Internationalis Benedictarum (CIB) foi fundada em 2001 em Nairobi, Quênia, durante um encontro de representantes de comunidades femininas beneditinas de todo o mundo. Por aproximadamente trinta anos, esforços vinham sendo feitos para unir as freiras e irmãs filiadas à Confederação Beneditina por meio de um vínculo fraterno. Communio Internationalis Benedictinarum (CIB) Communio Internationalis Benedictinarum (CIB) Em novembro de 2001, após um processo de consulta a todos os Mosteiros de Beneditinas no mundo, ficou decidido usar o nome COMMUNIO INTERNATIONALIS BENEDICTINARUM (CIB) para designar todas as comunidades Beneditinas femininas reconhecidas pelo Abade Primaz como tal e incluídas no Catalogus Monasteriorum O.S.B. Este foi o cume de um desenvolvimento que ocorreu desde o Concílio Vaticano II, assim como o início de uma nova era para as Beneditinas. História da CIB A Confederação Beneditina Entre os anos 1886 e 1893 o Papa Leao XIII deu passos para a criação da Confederação Beneditina, a estrutura para a interligação entre as congregações Beneditinas masculinas existentes naquele tempo, com o Abade Primaz na direção da comunidade de Sto. Anselmo em Roma como ponto de unificação. O propósito da Confederação foi criar e consolidar um contato internacional entre os mosteiros masculinos Beneditinos visando a tradição comum do monaquismo ocidental e a preparação de monjes através de complementação de estudos que contribuisse para o serviço na Igreja do século XX. Não houve uma fundação paralela para o ramo Beneditino feminino. Gradualmente mosteiros de monjas e congregações foram admitidas como associação na Confederação Beneditina, mas não com todos os direitos de membros associados. Tal posição na Congregação não lhes deu oportunidade para apoiarem-se umas as outras através de reuniões regulares e contato internacional. Primeiros passos na direção do intercâmbio entre as Mulheres Beneditinas após o Vaticano II (1968 – 1988) No parágrafo 23 do Decreto “Perfectae Caritatis”, o documento Conciliar que trata da renovação da vida religiosa, as conferências e concelhos de superiores maiores são expressamente encorajados a criar pequenas comunidades e sair do isolamento partilhando seu potencial. Desde 1893 o Congresso dos Abades tem sido semelhante a uma Conferência de Superiores Maiores incluindo todos os mosteiros beneditinos masculinos. Desde 1965 ficou bem claro que deve ser feita alguma coisa para criar uma possibilidade semelhante para as Mulheres Beneditinas. 1968 O Sínodo de Abades Presidentes sob a direção do Abade Primaz Rembert Weakland votou que, o Abade Primaz deveria formar uma Comissão para monjas e irmãs e que esta comissão seria dividida em dois setores, mas ambos sob a mesma secretaria. Ficou também decidido que estes dois grupos consultivos seriam formados por igual número de homens e mulheres. ( Carta circular do Abade Primaz para as mulheres Beneditinas datada em 28 de outubro de 1968.) Estas duas comissões se encontraram separadamente com o Abade Primaz várias vezes nos anos seguintes. 1972 No Sínodo dos Presidentes ficou decidido convidar a Comissão de Monjas e várias Prioresas Gerais das Irmãs Beneditinas para o Congresso dos Abades como ouvintes. 1980 A Confederação organizou um Simpósio Centenário para celebrar os 1500 do nascimento de S. Bento. Foram convidadas, como representantes das mulheres, 55 entre abadessas e prioresas. Esta foi a primeira vez que Abadessas e Prioresas Beneditinas, Monjas e Irmãs, de diferentes tradições e diferentes partes do mundo estiveram juntas em Roma – porém, ainda como hóspedes, do Congresso dos Abades. 1984 As duas comissões se reuniram pela primeira vez para discutir possibilidades de um encontro de articulação para monjas e irmãs. 1987 As Irmãs Beneditinas convidaram – 16 monjas e 40 irmãs, para uma assembleia com o tema:” Implicações da Regra Beneditina para a vida das Mulheres Beneditinas”, na Casa Santo Espírito, o Generalato das Irmãs Beneditinas Missionárias de Tutzing em Roma. Este primeiro Simpósio organizado pelas irmãs abriu novo campo de cooperação entre monjas e irmãs. 1988 As duas Comissões sob a direção do Abade Primaz Victor Dammertz fundiram-se. Representantes das mulheres beneditinas de 18 regiões (mais tarde 19) de todo o mundo, assim como uma Prioresa Geral de uma congregação internacional com sua Casa Mãe em Roma e uma representação da organização AIM se reuniram. Uma Comissão Executiva foi articulada para a organização do próximo Simpósio. O Comitê Executivo esboçou os primeiros estatutos da Comissão com a ajuda do Abade Primaz Victor. De 1988 até o presente, ver site da CIB : http://www.benedictines-cib.org/ Lista de regiões que enviam delegadas para a Conferência da CIB 1. Itália, Malta 2. Espanha, Portugal 3. França, Israel 4. Reino Unido, Irlanda 5. Benelux 6. Alemanha, Austrália, Suíça, Escandinávia (AASS) 7. Polônia 8. Croácia 9. USA, Canadá 10. ABECCA (Associação Beneditina-Cisterciense do Caribe e dos Andes: Costa Rica, Guatemala, Nicaragua, Mexique, Colombie, Équateur, Porto Rico, Bahamas, Cuba, Martinique, Sainte-Lucie, Bolivie, Venezuela) 11. Brasil 12. Cono-Sur (Argentina, Chile, Paraguai, Uruguai) 13. Coreia, Japão, Taiwan, Vietnã 14. Filipinas 15. Oceania 16. África Oriental 17. África Central e Ocidental, Madagascar 18. África do Sul, Namíbia, Angola 19. Índia, Sri Lanka Comunidades membros da Congregação Beneditina Europeia da Ressurreição: Alemanha: Dinklage, Bonn-Steinfeld, Alexanderdorf França: Simiane-Collongue Bélgica: Liège e Hurtebise Países Baixos: Oosterhout e Egmond-Binnen Suécia: Omberg (Vadstena) Lituânia: Kaunas Espanha: Montserrat Comunidades membros da Congregação Monástica de Santa Hildegarda (Espanha): Alba de Tormes, Algezares, Alzuza, Aranda de Duero, Barcelona, Burgos, Cuenca, Cuntis, El Tiemblo, Estella, Jaca, León, Madri Encarnación, Madri Natividad, Oñati, Oviedo, Palácio de Benaver, Sahagún, San Pedro de las dueñas, Santiago de Compostela, Trasmaño, Valfermoso de las Monjas, Zamora, casa San José Zamora, Zaragoza. COMUNIDADES 6 Atualmente, há muitas comunidades no mundo que seguem a Regra de São Bento. Elas estão presentes em todos os cinco continentes. Aqui você encontrará, país por país, os detalhes de contato de todas essas comunidades. Europa 0 África 0 América do Norte 0 América do Sul 0 Ásia 0 Oceania 0 Ver todos os países Ver todas as comunidades

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