MOSTEIRO DO EMANUEL

Me. Marthe Masquelier, OSB

MonastEmmaA história de nossa comunidade começa na Argélia, no Mosteiro das Beneditinas de Médéa, fundado em 1945. Foi aí que nossas fundadoras se formaram na vida monástica. A vizinhança era na sua maioria árabe muçulmana, e a comunidade havia, então, adotado o estilo de vida local e rezava parte em árabe.

Em 1954, o Arcebispo melquita da Galiléia veio visitar Médéa. Falou-nos dos cristãos árabes na Terra Santa e do seu desejo de ali fundar um Mosteiro de rito bizantino para atender às necessidades espirituais de uma importante comunidade de fiéis melquitas. A fim de compreender a motivação de semelhante convite, devemos voltar à história muito particular de nossa Igreja.

Ao contrário das demais Igrejas orientais, católicas ou não, a Igreja melquita não é uma Igreja nacional. É uma Igreja particular, no sentido canônico do termo, difundida em todo o Próximo Oriente árabe e numa diáspora que cresce cada vez mais. É herdeira legítima das três Sés apostólicas de Alexandria, de Antioquia e de Jerusalém. Suas origens se confundem com a pregação do Evangelho no mundo greco-romano do Mediterrâneo oriental e com a extensão do cristianismo para além dos limites do Império. A formação dos Patriarcados de Alexandria, de Antioquia e de Jerusalém, os dois primeiros no Concílio de Nicéia (325) e o terceiro no de Calcedônia (451), a modelaram, e dela fizeram uma entidade territorial e jurídica.

A Igreja melquita deve seu caráter particular a duas fidelidades: ao Império de Bizâncio e aos sete primeiros Concílios ecumênicos. Entretanto, ela só recebeu seu nome de melquita no fim do século V. Esta alcunha, inventada por seus detratores, os monofisitas, para estigmatizar sua fidelidade ao Concílio de Calcedônia e ao imperador (malka, em siríaco) Marciano, que o havia convocado, é a marca de sua ortodoxia para com a Igreja Católica.

A conquista árabe islâmica do século VII ocasionou em poucos anos o fim da era dos Patriarcados melquitas sob dominação não cristã: Alexandria, Antioquia e Jerusalém estarão em terra islâmica até a dominação otomana em 1516. A partir dessa data, o Oriente inteiro dependerá só de uma autoridade, a do sultão. Este se aproveitou da situação. Constantinopla tornar-se-á não somente a capital política de um imenso império, mas a capital religiosa do Oriente, como era Roma para o Ocidente. O Patriarca ecumênico foi chamado para exercer sua autoridade sobre os Hierarcas melquitas. A confirmação destes e, algumas vezes, sua eleição dependem de ora em diante do Fanar(1). As hierarquias de Alexandria e de Jerusalém se helenizaram completamente. A partir de 1534 até os nossos dias, todas as suas Sés episcopais foram atribuídas aos gregos. Assim, os dois Patriarcados se desligaram da Igreja Católica. Mas o helenismo não exerceu seu domínio sobre Antioquia, cujos Patriarcas eram escolhidos dentro do clero autóctone; em sua maioria, conservaram vínculos com Roma. O Patriarcado essencialmente não mudou em sua crença, mesmo quando um ou outro de seus Hierarcas demonstrava-se mais favorável a Constantinopla do que a Roma.

O revés da União tentada no Concílio de Florença, em 1439, serviu de lição para Roma. O estabelecimento de uma comunhão formal com uma Igreja oriental devia realizar-se pela base e não pela cúpula. Num primeiro período, alguns missionários (jesuítas, capuchinhos, carmelitas, franciscanos) colocaram-se a serviço da hierarquia local e com ela cooperaram. Pastores, que não estavam em comunhão formal com Roma, encorajavam suas ovelhas a se dirigirem aos missionários. O povo sentia a necessidade de uma compreensão mais profunda da fé tradicional, que era por eles vivida, apesar de mil anos de repressão. Aspiravam encontrá-la junto aos religiosos mais instruídos do que o seu clero. Duas tendências surgem, então, entre o povo: por Constantinopla ou por Roma. Em 1724, por ocasião da morte do Patriarca Atanásio III Dabbas, uma linha dupla de patriarcas vai se instaurar: uma ortodoxa, outra católica. Em 1729, Roma reconheceu Cirilo VI Tanas como Patriarca da Igreja greco-melquita católica. Novas ordens monásticas foram fundadas, um clero educado em Roma proporcionava ensino nas escolas recentemente fundadas. Um seminário foi aberto em Aïn Traz (1811). Em 1848, o Patriarca Máximo III Malzoum (1833-1855) obtém do sultão o reconhecimento pleno de sua Igreja(2).

A vida monástica melquita florescente no Líbano, Síria, Jordânia ou Egito, estava, entretanto, quase ausente na Terra Santa. Sem dúvida, a forte influência do Patriarca greco-ortodoxo, cuja Sé se situa em Jerusalém, freou entre o povo este movimento de união com Roma. Na Igreja do Oriente, o mosteiro está realmente no centro da vida eclesial: lugar de retorno à fonte, mas também de instrução da fé. É um fermento de vida e de renovação para a diocese. Na Igreja indivisa, a assistência e a participação aos diferentes ofícios litúrgicos eram a condição para a formação dos fiéis e, principalmente, dos catecúmenos. Com efeito, os hinos do ofício bizantino, com forte teor dogmático, foram compostos sob o impulso dos sete primeiros Concílios e deles refletem a luminosa teologia.

O Patriarca Máximo IV (1947-1967) se distinguiu no Concílio Vaticano II pela força de suas idéias, a tal ponto que se considera ter sido ele um dos Padres que fizeram o Concílio. Tinha um elevado conceito de sua Igreja, que considerava como uma ponte entre Roma e a Ortodoxia, e a esse título, falava sobre o irmão ausente da grande Igreja ortodoxa que conta com mais de duzentos milhões de fieis.

A visita do Arcebispo da Galiléia, Jorge Selim Hakim, eleito Patriarca em 1967 com o nome de Máximo V, abriu-nos, pois, subitamente, para a realidade da existência de uma cristandade árabe em plena expansão. Me. François d’Assise, Prioresa do Mosteiro beneditino de Médéa, decidiu responder a esse apelo, e enviar três dentre nós para se formarem no Líbano antes de chegarem à Terra Santa. Por ocasião de uma primeira viagem de reconhecimento, Me. François d’Assise descobriu a presença na região, das Irmãzinhas de Jesus e da AFI (Associação Fraterna Internacional), igualmente inseridas na Igreja melquita. Uma família de Belém nos ofereceu um grande terreno na vertente de uma das colinas em torno da gruta da Natividade, com um vasto panorama sobre o vale do Jordão e os montes de Moab... O Mosteiro teria o nome de «Emanuel», «Deus Conosco».

Em 23 de dezembro de 1963, a primeira liturgia (oriental) foi celebrada na pequena capela do Mosteiro. Alguns dias mais tarde, por ocasião da peregrinação histórica de Sua Santidade Paulo VI, de feliz memória, a Jerusalém, o beijo da paz trocado entre Sua Santidade e o Patriarca de Constantinopla, Atenágoras, fazia Jerusalém vibrar com a imensa esperança de ver realizar-se a unidade tão desejada entre as Igrejas irmãs. O Mosteiro viu assim confirmar-se o seu chamado à oração pela unidade dos cristãos, tão cara à Igreja melquita, da qual ele fazia parte de agora em diante. Em 10 de março de 1965, Sua Beatitude, o Patriarca Máximo IV Saïgh, procedia à elevação canônica do Mosteiro e à benção de Me. Maria como Prioresa do Mosteiro: «A partir de agora, as senhoras pertencem à nossa pequena Igreja, tão humilde, tão modesta, mas que deseja também irradiar nosso Senhor apesar de sua pobreza e de seu pequeno número. Nós trabalhamos pela unidade da Igreja, tarefa enorme, que pede muitas graças e pode encontrar muitos obstáculos. Mas tenhamos coragem, o Presépio venceu os tronos de reis»(3).

Claramente inserido na Igreja melquita, o Mosteiro beneficiou-se de um indulto que lhe permitia permanecer na Congregação beneditina da Rainha dos Apóstolos, à qual a nascente fundação pertencia. São Bento, com efeito, é um santo da Igreja indivisa e a esse título é igualmente venerado na Igreja do Oriente, que tem sua Regra monástica em grande estima, entre as regras de outros Padres orientais, como São Basílio ou São Teodoro Estudita. A espiritualidade beneditina continua sendo para nós uma riqueza que nos incita a aprofundar as raízes orientais do movimento monástico: o próprio São Bento, no fim de sua Regra, não nos remete aos escritos dos primeiros Padres do Deserto e de São Basílio? «As Colações dos Padres, as Instituições e suas Vidas, e também a Regra de nosso santo Pai Basílio, que outra coisa são senão instrumentos das virtudes dos monges que vivem bem e são obedientes?»(4). Monjas melquitas da Igreja oriental e permanecendo membros plenos da Congregação beneditina da Rainha dos Apóstolos, nós vivemos concretamente esse grande ideal expresso no Concílio Vaticano II, por Sua Beatitude, o Patriarca Máximo IV: ser uma ponte entre o Oriente e o Ocidente. O apoio fiel de nossa Congregação nos permitiu atravessar as numerosas vicissitudes que a Palestina conheceu nesses últimos anos.

Nossas Irmãs, então em número de três, lançaram-se, pois, em um imenso trabalho de tradução, leitura, pesquisa e de contato com os monges e monjas ortodoxos e católicos, especialistas em Oriente cristão, como os padres Dusing, Rochecault, além dos beneditinos de Montserrat. Estes últimos, atendendo a um apelo de Sua Santidade Paulo VI, mantiveram uma presença monástica no centro ecumênico de Tantur, vizinho do Mosteiro.

Os contatos com os ortodoxos tornam-se então numerosos, aproveitando o aquecimento das relações decorrentes da visita do Papa e da realização do Concílio. A vida no Mosteiro, ainda perdido no meio dos olivais, e onde se chegava por um pequeno caminho de terra, era muito simples, e o cotidiano tecido pela recitação do ofício bizantino em árabe, por tempos de solidão, de trabalho, de oração, e pelos contatos com os vizinhos árabes cristãos. As Irmãs foram ajudadas pela Congregação que lhes enviou, como reforço, braços e cabeças necessários para a construção e o bom andamento da casa. Uma quarta Irmã, destinada a permanecer em Belém, chegou em 1967, e em 2 de maio de 1980, as quatro professas fundadoras provindas de Médéa fixaram sua estabilidade no «Emanuel», em Belém, seguidas em julho por uma professa de Portugal, eremita no Mosteiro desde 1975. No ano seguinte, um indulto de Roma autorizou as professas do «Emanuel» a receberem as insígnias da consagração do microesquema(5), tornando-se assim plenamente monjas segundo o rito bizantino. No dia seguinte dessa cerimônia, 6 de fevereiro de 1982, a primeira noviça tornou-se rasófora(6). Esta mudança de vestes marcava uma nova etapa em direção ao Oriente.

Mas o enorme trabalho desses anos foi também a redação do Typikon(7) do Mosteiro, que reúne a herança de São Bento e a dos Padres orientais. As partes jurídicas são conforme o código dos cânones dos ritos orientais e os estatutos da Congregação da Rainha dos Apóstolos. A primeira versão jurídica do Typikon foi aprovada ad experimentum por 7 anos, no dia 30 de julho de 1984, o que permitiu à nossa Irmã eremita, receber o megaloesquema(8) na festa de São Sabas (Pai dos monges do deserto de Judá), e à nossa primeira rasófora, Irmã Mariam-Ibrahim, receber a consagração do microesquema.

A presença de uma reclusa no seio do Mosteiro atraiu a curiosidade e a simpatia de numerosos peregrinos e vizinhos, e para a recepção de seu grande hábito, a igreja estava repleta. Quanto à Irmã Mariam-Ibrahim, ela confirmou e intensificou a participação da comunidade no grande movimento de renovação no Espírito Santo, que brotou no coração da Igreja protestante e católica nos anos 1970 e 1980. De fato, ela havia contribuído muito para a sua difusão na Bélgica, depois de haver encontrado grupos carismáticos nos Estados Unidos. No Mosteiro, até então uma etapa para os numerosos grupos de peregrinos, formou-se um pequeno grupo de oração com algumas de nossas vizinhas. Pouco tempo após a profissão, Irmã Mariam-Ibrahim ficou doente, como uma resposta à oferta de sua vida pela unidade, feita diante do Senhor, em dezembro de 1983. E no dia 29 de maio de 1986, ela voltou para o Pai. O grão estava semeado na terra, um dia a colheita iria germinar.

Pode-se considerar que o período de fundação terminou com a aprovação definitiva do Typikon de nosso Mosteiro, em 15 de outubro de 1994, e a bênção de nossa primeira Higumena, Me. Maria.

As principais características de nosso Mosteiro são a inserção na grande tradição monástica dos Padres da Igreja indivisa e na Igreja melquita, a vida de renovação no Espírito, os laços de fraternidade com nossa vizinhança árabe, a prece pela unidade dos cristãos, a acolhida aos peregrinos de todas as confissões (em particular as «Montées à Jérusalem» [«Subidas a Jerusalém»], os jovens de «Jeunesse Lumière» [«Juventude Luz»], do P. Daniel Ange, e outros), mas também os que fazem seus retiros, graças a uma pequena hospedaria e, por períodos mais longos, os voluntários e familiares (numa pequena casa construída no jardim do mosteiro), uma abertura para nossos vizinhos israelenses e uma ajuda econômica às mulheres palestinas (na maioria muçulmanas), por meio de um pequeno ateliê de bordados de paramentos litúrgicos, organizado com os mesmos princípios do ateliê de Médéa, graças a uma ajuda do «Secours Catholique».

Desde então, nossa comunidade, embora sempre pequena, desenvolveu-se e a Divina Providência nos encoraja com seus sinais. Nossas três Irmãs anciãs estão sempre conosco nessa aventura, e duas jovens vieram se unir a nós. Nossas Irmãs, desde 1967, atravessaram guerras e intifadas. Hoje, o Mosteiro está situado junto ao muro de separação entre Israel e Palestina. Esta realidade de sofrimento e fechamento nos mergulha no coração do drama da história humana, e o nome de Emanuel, «Deus Conosco», escolhido desde os primeiros tempos da fundação, se incumbe de um apelo particular a permanecer com os corações cheios de amor, abertos a todos: peregrinos, cristãos de outras confissões ou amigos muçulmanos.

A prece litúrgica regular é um lugar de real abastecimento espiritual e de encontro com o Senhor para as pessoas que nos circundam. Amizades muito fortes se estabeleceram com as famílias muito provadas, por ocasião das incursões armadas no centro de Belém, e que se refugiaram em nossa casa. O novo Pároco franciscano da Paróquia de Belém nos integrou espiritualmente na vida da Diocese, embora estejamos sob outra jurisdição. Cada 13 de maio, um grupo da Paróquia latina vem em procissão até nosso jardim e nossa igreja, em honra de Nossa Senhora de Fátima. Nós gostamos de acolher religiosos, seminaristas da Diocese em retiro, e fazer-lhes descobrir ou aprofundar a riqueza de nosso rito oriental.

Alguns amigos protestantes nos encorajaram a nos reunirmos toda quinta-feira à noite, para uma oração pela unidade dos cristãos, centrada na leitura das últimas palavras de Jesus aos seus discípulos, após o lava-pés (Jo 13-17): «Pai, que eles sejam um, como nós somos um».

Estamos desprovidas de qualquer meio logístico de envergadura para responder às enormes necessidade de uma população em que 57%(9) vive abaixo do limiar da pobreza. Nosso testemunho é essencialmente presença. Mas esta presença cristã junto do muro de separação é importante, porque é, em sua pequenez, a garantia de um Oriente Médio multicolor, cuja chave da unidade não é a violência, mas a convivência. A cristandade no Oriente é, já em si mesma, representativa da feliz diversidade das confissões cristãs (todas reunidas em Jerusalém: ortodoxos gregos, sírios, armênios, etíopes, anglicanos, latinos). Ela é, portanto, um testemunho de que o amor e a aceitação do outro no respeito de sua liberdade religiosa ou social, é o único remédio para as guerras e os conflitos que sacodem a região a decênios. O enraizamento secular da cristandade no Oriente, predispõe os cristãos deste lugar, inseridos nos meios de maioria muçulmana, a ser uma ponte de compreensão entre o Ocidente e o Oriente, para preencher a grande falta de confiança que existe entre ambos.

Se a presença cristã se extinguir no Oriente, quem dará testemunho, em seu lugar, de que é possível a convivência com nossos irmãos muçulmanos? E quem, ao inverso, dará testemunho a nossos irmãos muçulmanos do Oriente, da abertura do Ocidente e sua solidariedade em relação a eles? «A convivência é o futuro da humanidade e do Oriente Médio. Isso significa o encontro do homem com seu irmão e com todo ser humano. É o diálogo das civilizações e das culturas, e da fé entre todos os filhos e todas as filhas da fé»(10). Nossa presença, pela graça de Deus, pode ajudar os cristãos da Terra Santa a tomar consciência da beleza de sua própria vocação. Rezem por nós.

Madre Marthe Masquelier, OSB, é Higumena
do Mosteiro do Emanuel, Belém (Israel).

Traduzido do francês por Irmã Maria Cruz, OSB.

(1) Sede do Patriarcado ecumênico, em Constantinopla (hoje Istambul), na Turquia.
(2) Extratos de um artigo de Mons. Nasrallah, Le Lien 2/82.
(3) Cf. Homilia de Sua Beatitude, Máximo IV Saïgh, por ocasião da elevação canônica do Mosteiro do Emanuel, em 10 de março de 1965.
(4) Regra de São Bento, 73, 5-6.
(5) Microesquema: «pequeno hábito», é o nome da profissão monástica dos cenobitas. Suas insígnias são a paramandias (pequeno quadrado de tecido onde são bordados todos os instrumentos da Paixão; é colocado sobre as costas e preso por meio de cordões que se cruzam sobre o peito – ritual da profissão), a cruz peitoral de madeira, a túnica negra, o cinto de couro, a mandia (grande manto sem mangas que cobre todo o corpo); o tecido é pregueado 33 vezes no dorso; são usados nas grandes festas, o véu negro, as sandálias, o terço de Jesus e a cruz feita a mão.
(6) Quer dizer: ela recebeu o rason, manto a ser usado no coro. O rasoforado constitui uma etapa maior para a profissão do microesquema. Certos monges orientais, ligados por obrigações exteriores ao mosteiro, podem permanecer rasóforos (portadores do rason) durante toda a sua vida.
(7) O Typicon é um livro litúrgico que contém as instruções de uma ordem monástica.
(8) O megaloesquema, «grande hábito», só é usado por algumas monjas, como resposta ao apelo de uma vida mais retirada, com uma regra de vida ou canon particular.
(9) Número do último relatório da ONU, concernente à população global palestina nos territórios ocupados.
(10) Carta de Natal, de Sua Beatitude, o Patriarca Gregório III Laham.